De volta ao campo: a profissão do futuro está na agricultura

Uma das atividades mais antigas da história da humanidade, a agricultura é – veja só – uma unanimidade entre analistas quando se discute as profissões do futuro no Brasil. Apesar da crise que tem se abatido sobre todos os setores do país, a agricultura conseguiu se manter estável e é hoje um dos setores mais promissores da economia nacional.

Maior responsável pela balança comercial do Brasil, a agropecuária é a “menina dos olhos” para investidores e empreendedores. Tamanho assédio desperta também o interesse daqueles que pretendem apostar numa carreira próspera para o futuro.

Pegar carona nesse crescimento exige, entretanto, uma boa dose de qualificação. Com um setor cada vez mais exigente, competitivo e modernizado, as demandas por profissionais atualizados aumentam consideravelmente.

O atual perfil do agronegócio cobra dos profissionais a capacidade de resolução de problemas, pensamento criativo e de autogestão. CEO da Agronow, Antônio Morelli destaca o profissionalismo e a qualificação como principais atributos deste novo homem do campo.

“Se há a algumas décadas o empreendedor agro era o sujeito que “abria” fazendas nos sertões e desbravava o centro-oeste, hoje o empreendedor é graduado, tem uma startup e nem sempre está tão familiarizado com o cotidiano de uma fazenda, mas tem uma solução tecnológica e o entusiasmo fundamental a esse espírito”, afirma.

Áreas como Engenharia Agronômica de excelência e a especialização de gestores estrategistas são, de acordo com Morelli, os setores mais promissores. Junto com elas, soluções tecnológicas que levam ao homem do campo meios mais eficientes de lidar com questões da cadeia produtivas também estão entre as oportunidades.

“O perfil profissional vem mudando e tende a exigir cada vez mais pessoas com capacidade de autogestão e pensamento criativo para resolução de problemas. ‘Pensar fora da caixinha’ será cada vez mais essencial”, afirma.

Made in Brazil

Professor no programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais da Unitau (Universidade de Taubaté), o engenheiro agrônomo Paulo Fortes Neto destaca que este novo perfil do empresário do campo já vem trazendo conquistas para o setor no país. De acordo com Fortes, centros de pesquisa, universidades e outras iniciativas brasileiras são responsáveis por grande parte das tecnologias aplicadas no agronegócio no Brasil.

“Ou seja, é um exemplo prático da aplicação do conteúdo nacional e que por isso representa um terço do PIB. Precisamos agora melhorar a produtividade da mão-obra no campo. A tecnologia gerada no Brasil e a melhoria na produtividade da mão de obra irão favorecer o produtor na questão da redução de custos e no aumento da produtividade”, explica Fortes.

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